A beauty way of life

Beleza talvez seja "o" clichê. É mais do que aparenta. Mais do que aparência. É alma, sentimentos, movimentos. É o mundo. É uma forma de viver.

Behind-the-Scenes Video

 

THE ARTIST’S MICHEL HAZANAVICIUS PRESENTS (By Harper’s Bazaar Staff)

The award-winning French director dreams up a story where love casts a spell. Photographed by Max Farago.

1 - While our girl sings, her suitors silent love speaks volumes.

 Dress, $10,500, bracelets, $1,370-$1,490, and sandals, $1,495, Gucci, Gucci.com, Headband, Jennifer Behr, jenniferbehr.com, Ring and Necklace, Cartier, cartier.com, Earrings, House of Lavande, houseoflavande.com, Gloves, LaCrasia Gloves, lacrasia.com.

2 - A magician’s got no time for a mime. 

Dress, Alberta Ferretti, 310-652-9000, Stole, $1,250, Sportsmax, 212-674-1817. Earrings, necklace, and bracelet, Harry Winston, harrywinston.com. Bag, Gucci, gucci.com. Shoes, Tom Ford, tomford.com.

3 - A magician has no time for a mime.

4 - Making fashion magic. 

Dress, $3,595, Burberry Prorsum, burberry.com, Stole, Zandra Rhodes for Pologeorgis, 212-563-2250, Brooch and bracelet, Van Cleef & Arpels, vancleef-arpels.com.

6 - Dress, $3,595, Burberry Prorsum, burberry.com, Stole, Zandra Rhodes for Pologeorgis, 212-563-2250.

8 - Dinner a deux. After all, three was a crowd.

Top, $798, Ralph Lauren Blue Label, ralphlauren.com, Headpiece, Ellen Christine, ellenchristine.com, Earrings, necklace(top), and ring, Harry Winston, harrywinston.com, Necklace (bottom), Ralph Lauren Collection, ralphlauren.com.

Fashion editor: Karen Langley; sittings editor: Laura Brown; mime artist: Ivan Bacciocchi; hair: Tomohiro Ohashi for Bumble and Bumble; makeup: Serge Hodonou; production: Ben Faraday for Octopix; prop styling: Pierre-Olivier Boulzaguet

Keira Knightley em ‘Desejo e reparação’ (2007)
Um longo verde-esmeralda de seda pura adorna o corpo de Keira Knightley no filme “Desejo e reparação” (2007, com direção de Joe Wright). A deslumbrante peça chamou atenção dos fashionistas rapidamente, fazendo com que ele fosse eleito o “Melhor Figurino de Todos os Tempos” pelos leitores da revista especializada InStyle. Já virou clássico!

Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Keira Knightley em ‘Desejo e reparação’ (2007)

Um longo verde-esmeralda de seda pura adorna o corpo de Keira Knightley no filme “Desejo e reparação” (2007, com direção de Joe Wright). A deslumbrante peça chamou atenção dos fashionistas rapidamente, fazendo com que ele fosse eleito o “Melhor Figurino de Todos os Tempos” pelos leitores da revista especializada InStyle. Já virou clássico!
Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Julia Roberts em ‘Uma linda mulher’ (1990)
Outro vermelhão que também não podemos deixar de citar é o belo modelo usado por Julia Roberts em “Uma linda mulher” (1990, com direção de Garry Marshall). A peça representa a transformação da prostituta Vivian Ward (personagem de Julia) em uma verdadeira dama, decorrente de seu relacionamento com o ricaço Edward Lewis (Richard Gere) – que deu o vestido de presente a Vivian. A cena faz Edward babar e os espectadores românticos suspirarem diante da trama que é uma espécie de conto de fadas moderno.

Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Julia Roberts em ‘Uma linda mulher’ (1990)

Outro vermelhão que também não podemos deixar de citar é o belo modelo usado por Julia Roberts em “Uma linda mulher” (1990, com direção de Garry Marshall). A peça representa a transformação da prostituta Vivian Ward (personagem de Julia) em uma verdadeira dama, decorrente de seu relacionamento com o ricaço Edward Lewis (Richard Gere) – que deu o vestido de presente a Vivian. A cena faz Edward babar e os espectadores românticos suspirarem diante da trama que é uma espécie de conto de fadas moderno.
Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Kelly LeBrock em ‘A dama de vermelho’ (1984)
O vestido branco de Marilyn é tão marcante que acabou reverberando na telona de outro filme clássico: “A dama de vermelho” (1984, com direção de Gene Wilder). Em referência à cena, a personagem Charlotte, interpretada por Kelly LeBrock, também passa por apuros tentando se livrar do ventinho malicioso (veja foto ao lado). A diferença é que o vestido de Charlotte é vermelho-sangue, um dos fatores que perturba as ideias de Theodore Pierce, personagem de Gene Wilder, e faz com que ele se apaixone por ela.

Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Kelly LeBrock em ‘A dama de vermelho’ (1984)

O vestido branco de Marilyn é tão marcante que acabou reverberando na telona de outro filme clássico: “A dama de vermelho” (1984, com direção de Gene Wilder). Em referência à cena, a personagem Charlotte, interpretada por Kelly LeBrock, também passa por apuros tentando se livrar do ventinho malicioso (veja foto ao lado). A diferença é que o vestido de Charlotte é vermelho-sangue, um dos fatores que perturba as ideias de Theodore Pierce, personagem de Gene Wilder, e faz com que ele se apaixone por ela.
Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Audrey Hepburn em ‘Bonequinha de luxo’ (1961)
Se você tem e dá valor a um bom pretinho básico no guarda-roupa, deve muito à personagem de Audrey Hepburn no longa “Bonequinha de luxo” (1961, com direção de Blake Edwards). Lançado por Givenchy na década de 1920, o vestido preto acabou eternizado pela elegância de Audrey, que deu charme ao look com maxicolar, luvas e piteira. O pretinho básico de “Bonequinha de luxo” é um dos maiores clássicos não só do cinema, mas também da história da moda. 

Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Audrey Hepburn em ‘Bonequinha de luxo’ (1961)

Se você tem e dá valor a um bom pretinho básico no guarda-roupa, deve muito à personagem de Audrey Hepburn no longa “Bonequinha de luxo” (1961, com direção de Blake Edwards). Lançado por Givenchy na década de 1920, o vestido preto acabou eternizado pela elegância de Audrey, que deu charme ao look com maxicolar, luvas e piteira. O pretinho básico de “Bonequinha de luxo” é um dos maiores clássicos não só do cinema, mas também da história da moda. 
Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Marilyn Monroe em ‘O pecado mora ao lado’ (1955)
Uma estonteante Marilyn Monroe tentando, cheia de graça, abaixar o vestido branco que voa com a força do vento em um metrô. Mesmo que não tenha assistido a “O pecado mora ao lado” (1955, com direção de Billy Wilder), você conhece essa cena – umas das mais antológicas da história do cinema. O frente-única de saia plissadaesvoaçante se tornou ícone e, no ano passado, foi leiloado por 4,6 milhões de dólares.

Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Marilyn Monroe em ‘O pecado mora ao lado’ (1955)

Uma estonteante Marilyn Monroe tentando, cheia de graça, abaixar o vestido branco que voa com a força do vento em um metrô. Mesmo que não tenha assistido a “O pecado mora ao lado” (1955, com direção de Billy Wilder), você conhece essa cena – umas das mais antológicas da história do cinema. O frente-única de saia plissadaesvoaçante se tornou ícone e, no ano passado, foi leiloado por 4,6 milhões de dólares.
Por Mariana Bradford (www.http://gnt.globo.com/)

Primeiramente parabéns pelos prêmios a “The Artist” na noite de ontem, achei o filme maravilhoso, me emocionou a alma. Mas, como a produção já ganhou anteriormente seu espaço por aqui, decidi que o post relacionado ao oscar (claro!) seguiria por um outro caminho.

Encontrei no site da GNT uma matéria sobre os 5 vestidos mais marcantes do cinema que gostei e tem tudo a ver, levando em conta o evento que ocorreu ontem, o blog, e a extrema falta de tempo livre em que me encontro.

Por Mariana Bradford

É hoje! Faltam algumas horas para a maior premiação do cinema mundial, o Oscar, que acontece em Los Angeles neste domingo (26). Certamente as estrelas principais da festa são os filmes concorrentes, mas os looks “desfilados” no tapete vermelho bem que poderiam concorrer à estatueta. Como ainda falta um pouco para descobrirmos quais serão os modelitos desta noite (nós somos ansiosos!), resolvemos relembrar os vestidos que mais fizeram suspirar da telona. Veja abaixo as criações que levaram o Oscar “de mentirinha” do GNT na categoria “Vestidos mais marcantes do cinema” em:

1 – Bonequinha de Luxo

2 – O pecado mora ao lado

3 – A dama de vermelho

4 – Uma linda mulher

5 – Desejo e Reparação


Maria Bonita Extra inspiração Cisne Negro


Recentimente começei a trabalhar na marca brasileira, porém internacional, Maria Bonita Extra. A partir de então começei a pensar o que poderia esta ter em comum com cinema/ figurino para eu fazer uma pequena citação no meu blog, e acabei encontrando fatos interessantes.

Após o lançamento do filme “Cisne Negro” em 2011, a tendência ballet foi super explorada e divulgada pela mídia da moda. A produção cinematográfica inspira seu figurino no original ballet Cisne Negro, que trabalha os contrastes entre branco e preto, o leve e o denso, para relacionar com a trama principal que trata do lado “bom e mau” da personagem Nina (Natalie Portman).

Dentro desses elementos a moda captou as tendências outono/inverno 2011 utilizando muitas cores pastéis, polainas, tule, sapatos estilo sapatilhas e tudo que remete ao universo do ballet. E o maior destaque brasileiro foi a marca Maria Bonita Extra. A estilista Ana Magalhães utilizou os bastidores da dança para criar o desfile do Fashion Rio. A coleção abusou de sobreposições, transparências, rendas, meias ¾, da cor rosa e como destaque principal as sapatilhas super coloridas para quebrar as cores suaves.

A Christmas Carol

Apesar de Charles Dickens ter um carinho aparentimente maior por “David Copperfield” acredito que “A Christmas Carol” seja sua história mais popular. Contém inúmeras versões para o cinema, teatro e especiais de natal onde desenhos conceituados adaptam-se a este conto.

As produções contam sempre com figurinos ingleses contemporâneos ao período em que a história foi publicada (1843) e durante a época de natal, o que cria uma atmosfera mais lúdica e com cores muito características: vinho, verde, dourado, branco e tons escuros como o marrom. As roupas tem no repertório muitos sobretudos, cachecóis, cartolas e gorros, botas e luvas, paletós, além da clássica bengala de Ebenezer Scrooge.

Uma versão que em termos de produção cinematográfica é incrível, é a mais recente chamada “Os fantasmas de Scrooge” com Jim Carrey. O filme da Disney trabalha com a nova tecnologia de animação que utiliza atores reais para criação dos desenhos em 3D. Assim, tudo fica possível, consequentemente gera um resultado mágico e fantástico. 

David Copperfield

2000 - Direção Peter Medak (filme produzido pela BBC para Televisão)

curisidades: os atores Michael Richards  (Kramer “Seinfield”) e Daniel Jacob Radcliffe (Harry Potter) são parte do elenco 

David Copperfield

1935 - Direção George Cukor (Oscar de Melhor Filme e de edição)

Oliver Twist

2005 - Direção Roman Polanski/ Figurino Anna B. Sheppard

Figurino colorido, trabalha cores primárias mais densas combinadas com tons terrosos, todos fechados. A estética do filme apresenta-se “fantástica”  e dramática, assim como as histórias de Dickens. 

Oliver Twist

1948 - Direção David Lean/ Figurino Margaret Furse

Figurino em P&B e com tom mais dramático. O filme segue um tom mais pesado o que transpassa na estética (cenários, maquiagens, roupas, luz, fotografia em geral).

Charles John Huffam Dickens foi o mais popular dos romancistas da era vitoriana e contribuiu para a introdução da crítica social na literatura de ficção inglesa. A fama dos seus romances e contos pode ser comprovada pelo fato de todos os seus livros continuarem a ser editados. Entre os seus maiores clássicos destacam-se “Oliver Twist”, “A Christmas Carol” e “David Copperfield”.

Hoje, em homenagem ao seu bicentenário, destaco essas três obras em adaptações para o cinema.